ELIAS NA MEDIDA DE DEUS

Por Daniel Santos


Monte Carmelo em Israel
Estas rochas testemunharam o dia em que o fogo caiu do céu


1 Reis 17:7-9

Há um engano que permeia as mentes desta última hora; é um equivoco por parte do "crente" ter como conceito absoluto a ideia de que Deus preserva um doente (crente nominal). Deus cura o doente e preserva o curado para levá-lo ao céu.

Este engodo tem levado a igreja à decadência, há grupos "eclesiásticos" que pregam e apoiam o iludido, vidas que vivem oscilando,  usando de sustentáculo ideológico  más interpretações do texto bíblico, inclusive o de Paulo quando diz: "Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte." - 2 Coríntios 12:10

O fraco busca, e por isso é forte. O fraco não afasta da presença do Senhor!
Afastar-se é papel do ímpio, ele pensa estar no plano de Deus, por ter laços fortes com a denominação, ou até mesmo com os membros, entende que isto é salvação. O salvo é liberto e não está preso a denominações. 
Com as lentes da revelação entenderemos o motivo destas atitudes um tanto enigmáticas.

"E os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã; como também pão e carne à noite; e bebia do ribeiro"
É irrefragável a tese que Deus sustenta o homem neste mundo antes do chamado. Isto por enquanto não é salvação! A medida de Deus ainda não lhe fora revelada.

O pão com carne, ou seja, um evangelho somente para esta vida (carnal), e beber do Ribeiro (Jesus) sem o conhecê-lo é o que este mundo tem de melhor.

Mas pode-se fazer a seguinte questão:
Mas o texto está afirmando que foi Deus que enviou o corvo. Ou não?
Sim.

O Senhor lança mão dos elementos da quarta medida (Obra Criadora) para suprir a sua criatura. O máximo que Deus pode permitir em nossas vidas por meio de uma religião neste mundo árido, é o Pão e a carne, mas após o chamado, a história muda, observe;

 "E sucedeu que, passados dias, o ribeiro se secou, porque não tinha havido chuva na terra"
Eis aqui a medida de Deus! O Ribeiro secou.
A experiência da morte de Cristo muda toda a história.
Deus acolhe o homem apresentando seu Filho morto no calvário.
Acaba-se os recursos da Obra Criadora (chuva); entra o recurso da Eternidade (A morte do Rio, das águas vivas).

"Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente."

A experiência com Jesus nos remete a uma vida de intimidade com ELE; nos é propício a entrada em Sarepta (Fornalha de Fundição), o Fogo do Espírito Santo nos encaminha a viver na obediência, na medida de Deus.
A Viúva (igreja) está em Sarepta, O Corpo não tem vida na medida do homem.
A viúva tipifica a igreja, por dois motivos: o seu marido (paganismo) morreu, e também lhe sobrou para viver foi, um punhado de farinha (Palavra), e um pouco de azeite (Revelação).


"A revelação não anula a letra, mas é a vida da mesma"

Tecnologia do Blogger.